Casos reais de
RHs AI-Native
Neste encontro para CHROs você vê, por dentro, três clientes da Comp que já operam o RH no nível mais avançado de AI que existe em produção atualmente.
- Quando
- 21 de julho · 11h
- Formato
- Ao vivo · com Q&A
- Casos
- 3 clientes Comp
Ao vivo, com tempo para perguntas. A gravação ficará disponível para os inscritos.
Três clientes da Comp e três desafios que todo CHRO conhece.
Casos de clientes que operam RHs AI-Native com ajuda da Comp. Quem é, o que estava quebrado, por que aquele era o caminho certo para o cliente, e como ficou o processo adotando o nível mais alto de AI em produção atualmente.
O que significa "operar no N4".
A sessão abre situando o nível de inteligência decisória que os três casos alcançaram, e por que ele é diferente de tudo que o mercado hoje chama de "AI no RH".
Performance contínua com AI recomendando todas as decisões.
O ciclo de performance nesta companhia deixou de ser um evento periódico e passou a rodar continuamente o ano inteiro. A AI acompanha o trabalho real cruzando uma variedade enorme de dados, estruturados e não estruturados (de metas atingidas a conversas no Slack), e recomenda cada decisão de calibração, mérito ou promoção. O gestor aprova, edita ou rejeita. A Comp desenhou todo o processo e regras de negócio antes de construir tecnologia para operacionalizar.
O operacional de People rodando sozinho, sob aprovação.
Neste case, as tarefas de People rodam automaticamente, sem "entrar em uma fila". Para cada demanda do dia a dia (das férias de uma pessoa a uma mudança de benefício), a AI já chega com a ação pronta, o contexto daquela pessoa e da política, e recomenda o que fazer. O time só aprova, e volta a gastar o tempo no que é estratégico.
O funil de recrutamento conduzido de ponta a ponta por AI.
Numa operação com alto grau de contratações, a AI agora conduz o funil de ponta a ponta: lê cada candidato contra o perfil real da vaga, faz a triagem e recomenda quem avança, sem baixar a régua. O time decide com um clique, do sourcing à oferta.
Q&A aberto.
Perguntas ao vivo, respondidas com o que está rodando dentro dos clientes da Comp.
O nível mais avançado de AI no RH já está em produção.
No white paper "O que é ser AI-native", Pedro Bobrow e Christophe Gerlach definem a maturidade em AI de uma área em cinco níveis. As três empresas desta sessão operam no N4, inteligência decisória: a camada agêntica propõe a decisão com base no aprendizado do time e a executa, e o humano aprova, edita ou rejeita. É o nível mais avançado já observado em produção.

"O salto entre AI que executa e AI que decide proativamente é gigante. Alguns clientes nossos já atingiram esse nível. É isso que a gente quer mostrar nesse encontro."
Pedro é cofundador e CHRO da Comp e coescreveu o white paper de maturidade em AI da Comp. Levou a AI fundo na própria operação de People, que já opera no N4, o nível de inteligência decisória.
Feita para CHROs.
É para quem lidera a estratégia de People de ponta a ponta e quer ver na prática a AI decidindo no RH.
A estratégia de People.
Você é o líder máximo de People da sua empresa (CHRO ou equivalente) e senta onde a estratégia é decidida.
O que já está em produção.
Você já viu palestra sobre "o futuro do trabalho" o suficiente. Quer ver o que já está rodando.
Que não é comprar software.
Você quer isso rodando na sua empresa, e já entendeu que o caminho não passa por comprar um software.
Quer isso rodando na sua empresa?
Primeiro, veja os três casos de clientes nossos. Depois, nos chame para uma conversa: a gente olha o seu RH e mostra por onde começar.








